sábado, 19 de março de 2011

Quais métodos um profissional deve utilizar para desenvolver atitude de líder?

 Texto muito importante para ser lido, gostei muito.
 
A resposta à questão formulada não tem resposta fácil e muito menos consensual.
Para tentar abordá-la, sem a pretensão de respondê-la plenamente, mas com a motivação de participar de uma reflexão sobre o tema, apresentaremos a seguir alguns conceitos que acreditamos ter influência no estudo do tema ou de alguma maneira, possam estimular outros colegas a participar da indagação que dá título a este texto.
De que líder nós estamos tratando? Seguramente, não incluiremos o líder que a literatura rotula como líder carismático. Por que este tipo de líder tende a não desenvolver pessoas para substituí-lo e, com freqüência, fortalece relação de dependência a sua maneira de atuar personalisticamente e com freqüência, excessivamente egoísta, que é um forte traço de imaturidade e de desrespeito, ao invés de incentivar e apoiar os liderados para desenvolverem  atitude de interdependência. Mesmo que este tipo de liderança traga, no curto prazo, alguns resultados para a organização, no médio e no longo prazo é nefasta à organização e aos liderados, por que o líder carismático é preponderantemente egocentrado. Àquela e estes ficam na dependência do líder com esta qualificação. A organização aumenta o risco de limitar sua existência à longevidade dele, que é muito menor do que poderá ser a sua, que, bem gerida, tende à perenidade.
Os líderes dos quais trataremos, são os que têm sua fonte de poder e influência, na estrutura organizacional combinada ou não com traços natos de liderança autoritária ou participativa, que poderão ser desenvolvidos ou tornados mais produtivos através de treinamento que objetive desenvolver competência, habilidade e atitude técnica-gerencial e o desenvolvimento profissional de seus liderados para auxiliá-lo a construir o lucro, a segurança, o desenvolvimento, com qualidade de vida e respeito ao meio-ambiente. A experiência nos indica que o resultado decorrente de treinamento comportamental é mínimo, este para ser mais amplo precisa ser complementado com trabalho de coaching executivo. Como visão de longo prazo, que vai muito além do lucro pelo lucro, por que eles possuem genuíno Amor pelos colaboradores/liderados. Amor entendido nos termos colocados por Erick Fromm: cuidar, responsabilizar-se, respeitar e conhecer cada uma de seus liderados diretos. 
O líder que pensamos neste texto é o que tem a sabedoria de aceitar-se humano, como seus liderados, com pontos fortes e com pontos que necessitam de melhoria, com a convicção de que só errará menos e maximizará as oportunidade se trabalhar eficazmente em equipe, porque é no trabalho em grupo que o crescimento e percepção se ampliam. Que tenha a sabedoria de se deixar liderar circunstancialmente por liderado melhor preparado, para o desempenho de uma atividade específica. Que tenha conscientizado que exerce uma função relevante e diferente das dos liderados, mas que como pessoa, tem emoções como: medo, ira e amor. É falível, isso é que não sofra do auto-engano de que não erra – que não brinca de Semi-Deus - poderá ter mandados não conscientizados que lhe foram inculcados durante o processo de socialização e educacional, que poderão limitar-lhe a visão de si e de mundo, tudo igual aos liderados.
O que interessa a organização e mesmo a sociedade? Ter um líder, que no conceito do mestre Peter Drucker é aquele que tem seguidores, ou, um profissional que construa com a equipe o lucro, a segurança, o desenvolvimento com qualidade de vida e respeito ao meio-ambiente, mesmo que não tenha seguidores, mas seja capaz de selecionar, treinar, planejar, organizar, comandar,coordenar e controlar  profissionais maduros, automotivados, competentes e compromissados com as cinco variáveis da gestão polifocal aqui descritas?
Falamos e trabalhamos com pessoas, mas será que todos têm pelo menos um conceito assemelhado sobre o que venha a ser o Homem? Como não sei, por que não pesquisei, ofereço-lhes o que tenho: “O Homem é um indivíduo gregário, interdependente, eminentemente emocional que procura agir com certo grau de racionalidade”
O leitor deve está cansado de ouvir e ler sobre liderança, será que temos o mesmo entendimento do que seja liderança?! Será que não perderei nosso tempo propondo mais um conceito de liderança?! Como prefiro errar por ação, a errar  por omissão, aqui está mais um conceito: “ É um fenômeno psicossocial, no qual ocorre processo de interação e/ou de identificação entre líder e liderado.
Falei sobre profissional, não será mais um conceito, que todos fingem está falando sobre a mesma coisa?! Minha experiência como facilitador de treinamento, seja sobre construção de equipe de alto desempenho, gestão do tempo, produtividade com qualidade de vida ou sobre Feedback: uma visão sistêmica, ou como Coach, sinaliza no sentido de que as pessoas não possuem conceito assemelhado que permita uma comunicação eficaz.Sem outra motivação que não seja a se instigar o questionamento: Profissional é o indivíduo que tem competência técnica e emocional  para trabalhar mesmo em situações ambíguas no sentido de contribuir, em equipe, para a construção do lucro, da segurança, do desenvolvimento com qualidade de vida e respeito ao meio-ambiente, com menor custo, tempo e riscos possíveis”. Ufa! Achou muito? Leia os perfis desejados de executivos, no anúncio de recrutamento.
O relevante não é o título que você preferir: líder ou executivo. O importante é que as pessoas sejam respeitadas e tratadas como serem integrais com emoções e racionalidade, capazes de gerar problemas e soluções. Somos bons e ruins, em função das circunstâncias, seja o “líder” ou executivo, o subordinado, papai ou a mamãe. Aceitando os conceitos alhures citados, não tem como metodizarmos o comportamento do Homem, que é eminentemente emocional e nem a liderança que entendo, como um fenômeno psicossocial, que, didaticamente, se dar num contexto que inclui: a pessoa do líder com toda a riqueza e complexidade do Ser Humano; o grupo com suas magias e mistérios; a tarefa com grau de dificuldade e exigência temporal diversas e as circunstâncias com suas variadas possibilidades.
Pelo exposto não tenho coragem e menos ainda competência, para repetir o que vários autores, americanos e nacionais, escrevem sobre liderança, líder ou executivo de sucesso. Oferecem  listas de “qualidades” ou características ou ainda sobre comportamentos, atitudes e estilos que transformam líderes ou executivos em verdadeiros Semi-Deus”.
Pessoalmente, trabalho com a idéia de que o líder ou executivo é um Ser Humano igual aos seus seguidores ou subordinados hierárquicos, com um conjunto de competências, habilidades, atitudes, fraquezas e forças, com o fator que nos humaniza: a falibilidade. Quem não erra é divino!
Trabalho com a possibilidade de que há uma base nata, para o exercício das atividades de líder/executivo que pode ser aprimorada pela aquisição ou ampliação das competências: técnicas, gerencial e comportamental: autopercepção, autocontrole, automotivação, empatia e competência em presentear e receber feedback.
O Arquiteto do Universo ao criar o Homem não redigiu o manual de uso, optou, sabiamente,  por dar-lhe o livre arbítrio.
Provavelmente, os leitores que acreditam ser possível metodizar as emoções e ações dos Seres Humanos, contribuirão com suas opiniões, para que o autor amplie seus conhecimentos sobre este tema.
 
Jansen de Queiroz, coaching de empresários, articulista e profissional de palestras e treinamentos. Site: www.gestaopolifocal.com.br

Fonte: www.educacaoprofissional.com.br

segunda-feira, 14 de março de 2011

Afinal, o que é sucesso profissional?

Qual é a chave para o sucesso profissional?

Equilíbrio é fundamental

 Bem-sucedido, em um curto espaço de tempo viu a expansão dos negócios vinda na esteira de longa e exaustiva jornada de trabalho, conta bancária polpuda e várias propriedades (algumas com cômodos que nunca pisou). Ganhou o prêmio "Empresário do Ano" de uma entidade de classe. Parodiando Barack Obama, já que falamos em sucesso, "ele é o cara".

A conversa sai do campo dos negócios, vai para as amenidades e – um pouco mais confortável – falamos sobre a vida pessoal. Para variar, falo sobre meus netos e as últimas estripulias que tanto alegram a família. Percebo uma mudança na expressão dele, um vinco na testa e um longo suspiro. Com a voz embargada, diz que a família se esfacelou enquanto construía um império. Separou-se, mal vê os filhos e brigou com os irmãos que insistiam em ocupar lugar de destaque em uma de suas empresas. Enfim, "ele é o cara..." triste e solitário.

Uma pergunta volta à minha mente: o que é sucesso profissional? Respostas clichês logo aparecem: "dinheiro não trás felicidade" ou "o topo é um lugar solitário". Entretanto, estas frases de almanaque, que povoam o imaginário coletivo, não se adaptam ao executivo que está à minha frente ou ao homem moderno. Vivemos em uma sociedade altamente competitiva, onde crianças já leem aos três anos e têm uma agenda tão atribulada quanto a minha (inglês, judô, vôlei, natação, música... ufa!). Na adolescência, fazem intercâmbio e são pressionados a entrar em faculdades de primeira linha. Por quê? Cursar uma instituição renomada seguiria a trajetória iniciada na infância rumo ao sucesso profissional.

Repare que esse caminho tem apenas uma linha, a que traça a profissão. Não há trilhas para a vida pessoal – família e amigos. Se existem, são tão leves que não as enxergamos. Se perguntarmos a um jovem universitário o que espera da vida, fatalmente, responderá: "Felicidade!" Mas qual felicidade ele objetiva e como pretende alcançá-la? Um dos homens mais ricos do mundo, o megainvestidor Warren Buffet diz que "o objetivo da vida é ser amado pelo maior número de pessoas possível entre aquelas que você deseja que amem você".

Céticos dizem que é fácil falar de amor quando se é bilionário. Mas não é essa tal felicidade que faz tanta falta ao meu amigo empresário aqui referido e que só se deu conta ao atingir o topo? Buffet, por exemplo, mora na mesma casa desde 1958, não tem celular nem computador na mesa e dirige o próprio Cadillac DTS. Penso que seria, talvez, uma estratégia dele para preservar a família e, assim, estabelecer um equilíbrio entre o pessoal e o profissional. Se o fez de caso pensado, não sei, pois não sou amigo ou confidente de Buffet, mas ele nos dá uma boa pista.

Não estou aqui defendendo a aposentadoria de celulares e computadores ou o menosprezo da carreira. É legítimo almejar o crescimento, bons postos e salários, o reconhecimento profissional e todas as justas e merecidas benesses advindas de muito estudo e trabalho. No entanto, os profissionais deveriam aprender também a fazer um planejamento estratégico da vida pessoal – está aí uma boa disciplina para as universidades – criar um projeto de vida que corra paralelo à carreira e que agregue familiares e amigos.

De forma bem pragmática, um profissional que apresente tal harmonia é mais produtivo, integra-se ao grupo com maior facilidade e dificilmente ficará afastado devido às doenças modernas (depressão, síndrome do pânico ou outros distúrbios).

Faço aqui uma reflexão porque somos treinados e preparados para alcançar a "felicidade" profissional, a qual, muitas vezes, está dissociada ou se sobrepõe à pessoal. Somos um ser único, com múltiplas necessidades e habilidades. Como sentenciou há muito tempo o matemático Blaise Pascal, "o homem é um ponto entre duas extremidades".

Agora, ouso a responder à pergunta que intitula esta matéria: o equilíbrio é a chave do sucesso!
Até a carta de abril!

Denis Mello - diretor-presidente do FBDE | NEXION Consulting - www.fbde.com.br - Consultores e Auditores em Marketing, Vendas e Gestão Empresarial. E-mail: diretoria@fbde.com.br. Siga: twitter.com/fbdenexion / twitter.com/denismello 

Fonte: www.administradores.com.br

domingo, 13 de março de 2011

"Os Jovens e o Futuro"

Quando o mundo diz que os jovens são o futuro, não o diz apenas porque somos os adultos de amanhã, nem para fugir da própria responsabilidade ou para transferir aos jovens algo concreto e sério a fim de que eles amadureçam. Por trás desta afirmativa está uma crença muito forte que diz estar na juventude o potencial de mudança. A cabeça dos jovens planeja o futuro. Esta geração é um celeiro de idéias. O mundo confia não só na imaginação, mas na capacidade dos jovens!
Quando se acredita que os jovens podem mudar o mundo é porque o potencial de realizar vai além do imaginar. Sua disposição e seu vigor alimentam a semente dos sonhos e aspirações de um mundo novo.
Ser o futuro é muito mais que ser o povo de amanhã; é ser o pai e a mãe, o professor e o médico, o engenheiro e o advogado, o padre, o consagrado...
Ser o futuro é hoje imaginar, sonhar, projetar, mais que isso, empenhar-se em realizar.
Desde a época dos nossos pais se diz que os jovens são o futuro do Brasil. O mundo projeta na juventude a promessa de um mundo melhor. Neles se coloca a expectativa de que as coisas sejam diferentes. A esperança nos jovens sempre foi assim. Os jovens são o futuro do país, o mundo fala isso em todas as línguas. A sociedade espera da juventude o que não pôde realizar; espera de nós o que desistiu de tentar; espera que tenhamos a coragem que muitos não tiveram. Espera tudo isso porque sabe que a ousadia é própria dos jovens.
Percebemos, então, que nós não podemos mudar o mundo. Que toda esta expectativa, mais dia menos dia será frustrada. Tantos planos e projetos não se realizarão por nossas mãos. E quanto mais o tempo passa percebemos quão verdadeiras são as nossas limitações e quanto já se passou sem que fizéssemos algo grandioso.
Toda esta expectativa de mudança é reflexo de um mundo que deseja a vida eterna. Espera-se que alguém ou algo de alguma forma se manifeste e que aconteça logo. Por isso a geração seguinte. Por isso pessoas diferentes das que eles já conhecem. Por isso jovens tão ousados e corajosos, tão criativos e livres.
Bem que devíamos ter protestado contra essa idéia quando tínhamos apenas doze anos e escutamos esta frase pela primeira vez... Ou poderíamos ter esquecido tudo isso, sem impor, a nós mesmos, tamanha responsabilidade.
Mas, temos que encarar o futuro. E para concretizá-lo precisamos viver bem o presente. O mundo canta: “deixa acontecer naturalmente...” Nós, porém, como jovens cristãos, somos chamados a viver sobrenaturalmente. Aderindo aos planos de Deus promovemos a transformação do mundo. Conformado-nos à Sua vontade, mudando nosso presente, nos projetamos num amanhã completamente novo. Afinal, Cristo é a eterna novidade.
Quando somos plenamente jovens já somos santos, pois somos aquilo que Deus quer que sejamos. Nós respondemos! Mas, é Ele quem nos leva, nos impulsiona para o futuro, nos lança em águas mais profundas, nos capacita e Sua Vontade acontece. Ser jovem, é ser o que Deus pensa de nós como nos ensinou Teresa, a santa jovem de Lisieux. Quando somos jovens, vivemos o presente ao passo que renovamos a promessa de ser o futuro.
A esperança não é apenas dos nossos pais, professores, da sociedade ou dos nossos amigos, mas, principalmente, de Deus, que nos constitui seus filhos pelo Filho para n’Ele revelarmos o Pai e a esperança na vida eterna.
É próprio do ser humano desejar a plenitude, sonhar com o eterno, com o perfeito. E nós que conhecemos a Deus, o Perfeito, o Pleno, o Eterno, o Amor, testemunhamos como seus filhos este Céu.
Vivendo esta filiação realizaremos mudanças maiores que o que poderíamos planejar. Com Ele a nossa frente percorremos todos os caminhos. Vivemos uma juventude reconstruída pelo Amor e sem medo testemunhamos que a esperança é Cristo e que é esta esperança que nos faz ser jovens. Não uma juventude “de idade”, porque essa passa. Mas a juventude de esperar em Deus.
Com muita tranquilidade vamos acolhendo esta missão pessoal de mudar o mundo e de resplandecer a esperança no Cristo. Testemunhamos para o mundo a liberdade de não apenas esperar, mas de depender totalmente de Deus.
Assim, o mundo poderá deixar de esperar dos jovens, passando a desejar ser jovem, porque jovem é aquele que se lança e ousa em Deus. E com tantos jovens o mundo poderá ser transformado. A esperança de que isto aconteça no futuro poderá ser vivida no presente. O que era distante e apenas promessa passa a ser real. E tudo isso não podemos entender, mas em Cristo podemos viver a esperança de ser o futuro.

Por: Revista Shalom Maná - Ed. Shalom
Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=4146

quarta-feira, 9 de março de 2011

Frágil aprendizado pode afetar carreira profissional de estudantes

Conforme pesquisa abaixo, verificamos que a maioria dos acadêmicos de administração ou em qualquer outro curso, estão cada vez mais absorvendo menos conteúdo que é passado em sala de aula, relmente na prática vemos como é isso, pois quando um professor faz uma pergunta do período passado é notável que a maioria dos alunos tenta forçar a mente pra buscar respostas que nem sempre são convincentes como deveriam ser; então fica a dica de que isso é comum mais não é o correto a ser seguido, pois como a própria pesquisadora Neuza Abbud constata, é preocupante e alarmante.

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"Pesquisadora aponta que parte deles não consegue apreender em sua totalidade os significados dos conceitos que são transmitidos em sala de aula.

Ao analisar o comportamento de universitários do curso de administração, a pesquisadora Neuza Abbud chegou à conclusão de que parte deles não consegue apreender em sua totalidade os significados dos conceitos que são transmitidos em sala de aula. A constatação, em especial visando o futuro ingresso desses alunos no mercado de trabalho, pode ser preocupante.


Segundo Neuza, pensadores e estudiosos consideram que executivos eficientes no mundo global devem revestir seu desempenho com atributos de empreendedorismo, criatividade e racionalidade técnico-científica, saber pensar na teoria e prática.

"Tais atributos são características essenciais para a concepção, execução e avaliação de inovações e descobertas, tanto no campo de projetos quanto no caso de produtos concretos", diz Neuza.

Ela completa: "Eles não têm independência para raciocinar e proceder em suas atitudes de forma lógica, porque estão condicionados a apenas reproduzir".

Observação

De acordo com informações da Agência USP, a especialista solicitou aos alunos que fizessem uma redação sobre temática que os conduzisse ao relato de atividades vinculadas ao curso, que eles empreendiam profissionalmente. Além disso, eles deveriam descrever as dificuldades e como viam a ligação desta atuação ao que foi aprendido no primeiro semestre do curso de administração.

"Qualquer palavra era o suficiente para que eu fizesse o aluno se perguntar sobre quanto do significado desta palavra ele realmente entendia. Por meio de perguntas e mais perguntas, o estudante era instigado a refletir em busca de uma resposta, confirmando, ao final, o que poderia vir a ser o tema do pré-projeto científico a ser estruturado com base no método científico", descreve Neuza.

"Os estudantes acabam emitindo opiniões do senso comum e não desenvolvem críticas ou raciocínios inovadores por ausência de argumentos que eles mesmos já tenham refletido a respeito", destaca."

 Fonte: www.administradores.com.br