domingo, 13 de fevereiro de 2011

Você tem amigos?

Essa mensagem vai especialmente para uma pessoa que amo muito...
E não é minha namorada não, porque é amor de amigo... rsrsrsrs
Vai pra você Ellen Raquel :) Não falei que ia postar hehehehe Bjãaaoo!!!


Você tem amigos?
Amigos de verdade?
Então sorria, você é feliz.
Ninguém vive sem amigos,
Sem amigos não há vida.
Divirta-se ao lado de quem te quer bem,
Divirta-se ao lado de seus amigos.

Os amigos são como uma jóia muito rara e se você achar essa jóia,
Não a troque por nada nesse mundo.
Não troque seus amigos por um namorado,
Pois os namoros acabam,
Mas uma verdadeira amizade, dura para sempre.
Não troque seus amigos por um ídolo qualquer,
Pois esse nem sabe que você existe,
Mas seus amigos se preocupam com você.

Não troque seus amigos por um vício qualquer,
Pois esse acabará com sua vida,
Mas seus amigos cuidarão sempre de você,
E estarão sempre ao seu lado.
Não deixe passar a oportunidade de conquistar
Um grande amigo.
O verdadeiro amigo não é aquele que te apóia sempre,
Mas sim aquele que te faz chorar quando você deve chorar,
E que te faz sorrir quando você deve sorrir.
Se você tem um amigo verdadeiro, Sorria!!!
Saiba retribuir o amor que seu amigo tem por você.
A amizade é como um fio de seda que liga duas pessoas,
Não deixe que nada nem ninguém parta esse fio.
Você não tem que fazer tudo que seus amigos pedem,
Não tem que ser escravo de seus amigos
Faça somente o que você achar que deve,
Mas sem magoá-los.




Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

“O livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas de Dale Carnegie era o livro de cabeceira de minha mãe... Pelo visto não influenciou somente a vida dela. Estou aqui.” * * *Gilclér Regina
O aluno sai hoje da faculdade sabendo muito sobre sua área de atuação, mas nada como vender o “seu peixe”, isto é, sua imagem, seus serviços.
Mas ele já pode ir treinando... Já começa a desenvolver sua marca na universidade e ali mesmo, colegas com quem interage serão futuros clientes, parceiros de negócios e até patrões. Começa o exercício do marketing pessoal.
O marketing pessoal não deve estar fundamentado na aparência e sim na capacidade de deixar uma impressão forte de vantagens e melhorias na mente das pessoas influenciadas.
Apesar de que a maioria das contratações ainda acontece por indicação de alguém, mesmo esta tem forte influência do seu marketing pessoal. A empresa prefere as referências. É a hora de sua rede de relacionamentos funcionar.
Para negócios, exatamente a mesma coisa, o que definirá o sucesso é proporcional ao tamanho de sua rede de relacionamentos e influências.
O futuro é o presente que quero viver os meus dias... Só que quando o futuro chega, descubro que meus colegas tiveram a mesma ideia que a minha, atuam na mesma profissão, mesma cidade...
Neste caso é preciso juntar sua formação, sua capacidade criativa de ampliar a base do seu negócio, sua rede de relações e suas vantagens competitivas.
Em certa ocasião um jovem me questionou sobre os conselhos que eu teria dado a turma, mostrando a importância de fazer um estágio, pegar um emprego de nível mais baixo para mostrar serviço e aprender o negócio, essas coisas...
Ele se disse indignado porque acabara de se formar em Administração e que eu estava denegrindo a profissão. Ora, eu também sou formado com muito orgulho em Administração. Perguntei a ele em quantos empregos já havia trabalhado. Ele me respondeu que nunca tinha trabalhado. Então eu respondi que até aquele momento ele era administrador de coisa nenhuma.
Chega um momento que é preciso conciliar a teoria com a prática e o resultado disso pode ser um longo e duradouro sucesso, uma carreira continuada.
Entra aí uma grande dose do exercício do sucesso dentro do quadro de influenciar pessoas que é a humildade.
A arte de influenciar pessoas é despertar o entusiasmo dentro de você e a partir de seu jeito de ser, despertar o entusiasmo entre seus amigos, sua família, seus colegas de trabalho, seus clientes, todas as pessoas.
O grande desafio de um líder é motivar pessoas, buscar cooperação, comandar sem provocar ressentimentos
O melhor jeito de construir um bom marketing pessoal é interessar-se verdadeiramente pelas pessoas, ter um sorriso autêntico, não custa nada e cria muito, e várias outras pequenas regras como lembrar o nome do outro – o nome de alguém é o som mais doce em qualquer idioma.
Uma forma muito sutil e marcante de ser um “bom papo” é ser um bom ouvinte. Deus te deu dois ouvidos e uma boca. Essa é a relação principal que faz as pessoas correrem prá você ou de você.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Gilclér Regina é um dos palestrantes mais procurados para convenções de empresas e programas internos de motivação no Brasil. Formado em Dinâmica Humana pelo The National Value Center (Texas / EUA). www.ceag.com.br ceag@ceag.com.br

Fonte: http://www.educacaoprofissional.com.br/

Quando seu nome é estranho

Gostei do post, porque ja vi muito isso acontecer na faculdade... Principalmente na turma de SIG com o nosso grande amigo Leidesigel. Essa é pra você meu amigo!

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“Quando adolescente pedi para meu pai ver com o advogado se era possível mudar de nome”. * Gilclér Regina
Na verdade, sempre aprendi a brincar com o meu nome e levei para o lado da zombaria para poder sobreviver. Como vêem, meu nome faz qualquer um pensar que se trata do nome de uma mulher e para piorar meu sobrenome é o nome de uma mulher.
Muitas pessoas pensaram que com um nome destes eu não iria longe, que não me destacaria em nada, sequer ganharia dinheiro. Para a maioria das pessoas eu era menor que elas, por causa do meu nome sugestivo e por ser pobre. Acabei aprendendo a fazer piada com meu nome.
Até hoje começo muitas palestras dizendo: “vocês estavam pensando que o palestrante era uma loira ou uma morena bonita...”
Muita gente que subestimou o potencial de outras pessoas acabou perdendo negócios importantes, oportunidades, clientes e até relacionamentos.
No meu primeiro dia de universidade, quando o professor falou meu nome na chamada, naquela imensidão de carecas, eu gritei bem alto e forte “presente”... O professor baixou os óculos e disse: “queira se identificar, parece que ouvi a voz de um homem no recinto..”. Eu me levantei e novamente disse “presente”... e foi aquela gozação.
Acabei de sair da multidão. Fiquei conhecido de todo mundo e virei presidente do diretório acadêmico, orador de turma e segui minha vida.
Vivi na pele a famosa frase: “enquanto uns choram outros vendem lenços”.
Imagino assim aquele que é obeso ou que usa óculos com lentes muito grossas ou é baixinho demais, alto demais e todo tipo que foge um pouco do estereótipo considerado “normal” pela sociedade.
Na verdade, o conselho que dou é: Ou se assume, se gosta e vai em frente de peito aberto ou se enclausura numa redoma e sofre a vida inteira.
O que mais compreendi nesse processo todo da minha vida é que não importa o que acontece com você mas sim como você reage ao que acontece.
Quanto mais inteligente você é, menos precisa dizer as pessoas que é inteligente. Inverta a situação e estará fora dos problemas. Aceite que você é e use isso em seu proveito.
Finalizando, estes dias fiquei feliz após terminar mais uma de uma série de dez palestras para uma gigante do mercado internacional, o dono da agência que sempre me contrata disse assim: “Gilclér, qual é o seu nome verdadeiro?”. Eu ri e disse que ele, apesar de assinar contrato e tudo mais ainda não sabia que o meu nome era mesmo Gilclér Regina. E ele me disse: “Caramba, sua mãe já sabia que você iria brilhar e te colocou um nome artístico”.
Acho que de agora em diante não vou “brigar” mais com minha mãe por causa do meu nome.
Gilclér Regina é consultor, escritor e palestrante. Palestras de vendas e motivação. Site: www.gilclerregina.com.br

Fonte: http://www.educacaoprofissional.com.br

Jovens - Precisamos mudar?

 Procurando assuntos bons em alguns blogs e sites, gostei muito desse, onde Alessandra fala muito bem do que está acontecendo com a maioria dos jovens hoje em dia. Acrescentando ao que ela colocou, também devemos procurar pensar muito no futuro, porque muitos pensam em viver só o momento, que nimguém sabe do amanhã, etc., mais desta forma estariamos agindo de forma errada, pois mesmo sem saber do que pode acontecer lá na frente, temos que ter o palno B, e se não acontecer algo lá na frente, como vai ser minha vida, o que estou preparando pra ela agora, pra que no futuro eu possa olhar pro passado e ver que fiz a coisa certa e não se arrepener. Então vamos procurar se controlar de nossos impulsos, pensar no futuro como algo certo, buscar realizar nossos objetivos, prezar pela nossa família e amigos, procurar viver a vida de forma responsável. Espero que essas dicas nos sirvam de verdade.

Publicado 10/02/2011 por Alessandra Ribeiro de Lima 

A partir de mundo, pensamos nos fatos bons e ruíns que envolvem nossas vidas, pensamos também nos jovens que são o futuro da humanidade, a eles são depositadas milhares de esperanças.

O mundo seria muito melhor com personagens de pensamento positivo, garra, perseverança e amor para com seu próximo, que está faltando muito nos dias de hoje.

Todos já foram jovens, quem não foi ... será, e quem está sendo não está aproveitando a vida como deve aproveitar, só ir pra balada, encher a cara, pegar todas(os) e voltar no dia seguinte pra casa não é a solução.
Boa parte da juventude está ocupando a função de pais cada vez mais cedo, isso só mostra o quanto são irresponsáveis. Olha que não é por falta de informações, hoje em dia há muitos métodos conhecidos e de fácil acesso que previnem a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis.

Se as pessoas não se concientizarem, realmente não sei o que será do mundo. Devemos lutar sempre por coisas melhores, por nós, pelo próximo e principalmente não devemos esquecer da NATUREZA.
Tudo depende de nós jovens, quem não tem responsabilidade... trate de criar o suficiente para nos tornarmos ADULTOS preparados para uma vida de conquistas!!!

Jamais devemos perder a fé no PAI - DEUS e em seu filho JESUS, pois eles jamais perderão a FÉ em NÓS.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dicas para Administradores e Empresários

A dinâmica do mundo provém da forma rápida pela qual a informação se propaga, atingindo a todos em tempo real, e a grande dificuldade está na obtenção da qualidade pelo uso e adequação daquilo que recebemos e tentamos processar.

Não existe nada mais antigo do que ficar esperando a chuva cair na sua horta, já que evolução significa competição e assim tudo que era pouco passou a ser um montão.

Uma mente brilhante não faz uma empresa brilhante, uma empresa brilhante é formada de um conjunto claro de intenções e missões, aonde a sabedoria predominante sabe reunir seus valores em prol dos problemas, compartilhando suas capacidades para ser parte de um coletivo competente.

Em mercados que não exigem competitividade, podemos sem muito esforço estruturar nossa operacionalidade através da formação de preços pelos próprios custos inerentes ao que estamos propondo.

Nos meios competitivos nossa orientação está no conhecimento aprofundado do que o mercado quer e pode aceitar e aí ficamos pela necessidade da diferenciação e dependentes da capacidade criativa de produzir e servir melhor que o vizinho.

A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.

O que pesa hoje como diferencial não é a formação escriturada em títulos, mas a vivencia acumulada no conhecimento do mercado relacionado a sua atividade.

O esforço da aplicabilidade, ou melhor, a divisão administrável do tempo, é algo parecido com a combinação da persistência com o saco para repetir, tentando eliminar falhas, diante de um exercício continuado do pensar e praticar e assim formar novos conjuntos com tecnologia, adaptação e equilíbrio.


Saiba por que um em cada cinco alunos abandona o Ensino Superior no Brasil

Falta de orientação no Ensino Médio, idealização de carreiras, problemas no nivelamento entre estudantes e dificuldades para lidar com os altos custos do ensino estão entre as principais causas para que um em cada cinco alunos tenha abandonado a faculdade em 2009, segundo dados do MEC (Ministério da Educação). A média de desistentes (21%) é inferior à registrada em 2008 (22%), mas ainda considerada muito alta, levando em conta o número de universitários que abandonaram seus cursos, que chegou a 896.455.

Os dados do Ministério não contemplam explicações sobre as causas do abandono, que atinge 24,5% do total de alunos das universidades privadas e 10,5% daqueles que estavam nas públicas. Para a coordenadora de Vestibular da Trevisan Escola de Negócios, Leticia Bechara, os números refletem um Ensino Médio voltado para o vestibular sem a devida apresentação das áreas, carreiras e assuntos profissionais. “A maioria das escolas esquece de focar na identificação de habilidades e possibilidades dos alunos, focando apenas na passagem para o Ensino Superior. Eles acabam escolhendo o curso sem muitos subsídios, e isso se reflete no abandono”, analisa.

O orientador vocacional Sílvio Duarte Bock corrobora o argumento de que as escolas não incentivam de forma adequada a reflexão sobre a escolha profissional, e acrescenta que a entrada maciça da classe C nos salas de aula do Ensino Superior também contribui para esse alto índice de evasão. “É um grupo que está 'encantado' com o acesso à universidade, e acaba optando pelo ingresso direto, sem avaliar as consequências, os valores e a projeção de futuro”, explica.

Visão errada

Bock, que é doutor em educação pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), acrescenta que os veículos de comunicação também têm um papel preponderante na formação das ideias que os jovens têm sobre determinada carreira ou profissão e, às vezes, contribuem para escolhas equivocadas. “Desde que nascem, as pessoas formam uma imagem a respeito das profissões, que não são falsas, mas são imagens supervalorizadas, idealizadas. É bom lembrar que ninguém pensa a profissão de forma abstrata, mas normalmente conhece um profissional e gostaria de ter a vida e o poder que ele tem. Isso não é errado, mas é preciso mostrar todo o contexto da carreira”, aponta o orientador.

Letícia, da Trevisan Escola de Negócios, lembra que há cursos como Relações Internacionais e Gastronomia que são a “bola da vez” e atraem cada vez mais alunos, mas boa parte deles sequer conhece o cotidiano e o mercado dos respectivos profissionais. Com isso, muitos buscam as graduações pelo deslumbramento.
“Poucos sabem qual o campo de atuação de um profissional de Relações Internacionais, por exemplo. Seria muito difícil apresentar as mais de 200 graduações que existem hoje, mas é preciso dar maior atenção para a escolha, já que muitas vezes ela ocorre com jovens de idade entre 17 e 18 anos”, explica.

Evasão e prejuízo

O saldo do abandono de alunos passa de bancos universitários vazios ou mão de obra menos capacitada no mercado. As perdas financeiras com os quase 900 mil estudantes que abandonaram o curso em 2009 passam de R$ 9 bilhões, segundo cálculo do pesquisador do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, Ciência e Tecnologia, Oscar Hipólito. Os dados são do próprio Censo do Ensino Superior divulgado pelo Ministério da Educação, levando em conta o custo de R$ 15 mil ao ano com alunos na rede pública e R$ 9 mil ao ano nas instituições privadas.

Hipólito, que também é ex-diretor do Instituto de Física do Campus São Carlos da USP (Universidade de São Paulo), lembra que esse valor, ainda que alto, é subestimado. “Estamos levando em conta os gastos com infraestrutura, prédios, material de ensino, biblioteca e custeio de salários que são fixos, independentemente do número de alunos em sala de aula. Se colocarmos o preço da mão de obra que deixa de ser capacitada, e os recursos que deixarão de ser empregados em transporte, alimentação e itens de consumo, o valor sobe, e muito”, aposta.

Segundo o estudo realizado por Hipólito, apenas 47,2% dos estudantes se formam após quatro anos de curso. Significa que mais da metade dos alunos demora, cinco, seis ou mais anos para concluir a graduação. Outro dado preocupante da pesquisa é que, apesar da redução de 1% no número de desistentes entre 2008 e 2009, a taxa de matrículas que tinha crescido 14,8% em 2002, só cresceu 0,7% em 2009.

Solução

Hipólito critica a falta de ações do poder público e defende uma radical mudança na política de educação do País. “É necessário acompanhar o aluno desde o início, oferecer créditos educativos muito mais flexíveis que os existentes, apostar na capacitação e no desenvolvimento humano para colher os frutos nas próximas décadas”. O professor lembra ainda que o País conta um grande deficit no desenvolvimento de tecnologia e profissionais de pesquisa, fruto da falta de investimentos na formação de profissionais, além de mestres e doutores.

Já Bock acredita que as escolas podem orientar mais e melhor, e consequentemente melhorar esse cenário de vagas ociosas. “Penso que pode se dar uma atenção maior à análise de habilidades dos estudantes. Não basta fazer feiras de profissões ou palestras, é necessário deslocar um pouco o foco do vestibular e Enem para as necessidades individuais”, ressalta, lembrando que o Exame Nacional de Ensino Médio virou termômetro de qualidade para a maioria das escolas, distorcendo o real papel das instituições de ensino. O alto índice de evasão no Ensino Superior atrapalha também o já atrasado desempenho do Brasil na busca para atingir as metas do Plano Nacional de Educação – cuja ideia era alcançar 30% da população entre 18 e 24 anos no Ensino Superior até 2010. O indicador ainda não chega aos 13% atualmente.

Fonte:  www.administradores.com.br

Porque as empresas fecham???

"Abaixo segue o estudo realizado por  Marcos Hashimoto e um grupo de pesquisadores do Insper e do Sebrae de São Paulo, que revela o motivo das pequenas e médias empresas  do nosso país fecharem as portas. Achei muito interessante e por isso resolvi postar aqui no meu blog, também espero que gostem."

Por Marcos Hashimoto
www.administradores.com.br

As pequenas e médias empresas têm inúmeras dificuldades para se estabelecer nos seus primeiros anos de vida. Sofrem por não conhecer direito o setor, por não saber lidar com clientes ou por não dominar aspectos financeiros básicos para gerir seu caixa. Eu e um grupo de pesquisadores do Insper e do Sebrae São Paulo estudamos quase 2 mil empresas abertas e registradas na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) entre os anos de 1999 e 2003, em busca de evidências dos principais motivos que justificam a alta mortalidade das empresas nascentes - e as características comuns das empresas que sobrevivem a este período mais crítico. A seguir, as principais conclusões do estudo.

Um dos fatores que levam à sobrevivência da empresa é o seu tamanho. Quanto maior o tamanho da empresa, menor a probabilidade de fechamento. As empresas maiores estruturam melhor práticas gerenciais. Elas também gozam de maior facilidade para obtenção de linhas de crédito e têm mais flexibilidade para suportar incertezas do ambiente externo.

Empresas que se relacionam com governos têm menor probabilidade de fechar. Uma possível explicação para esse resultado é que, para satisfazer uma série de requisitos legais associados a licitações públicas, a empresa precisa ter uma maior capacidade de organização - o que se reflete na sua habilidade de sobreviver. Além disso, ao ganhar uma licitação, a empresa passa a contar com um fluxo certo de vendas durante o período de contrato. Reduz-se assim a incerteza e a volatilidade das vendas.

O estudo não demonstrou diferenças significativas no fato de o empreendedor ser movido pela necessidade ou pela oportunidade. O setor a que pertence o negócio (indústria, comércio, serviços) e a idade do empreendedor também não apresentaram efeitos significativos na probabilidade de fechamento.

A existência de grandes empresas concorrentes no mercado do empreendedor aparentemente reduz, em vez de aumentar, o risco de fechamento. É possível que as pequenas empresas que tenham grandes concorrentes sejam obrigadas a adotar práticas de gestão mais eficazes ou que elas aproveitem brechas no mercado que não são atendidas ou são ignoradas por companhias maiores. Essa explicação ficou demonstrada com a constatação de um relacionamento positivo entre concorrentes. Eles trocam informações entre si e recebem indicações feitas pelas grandes empresas.

A probabilidade de um empreendedor que possui pelo menos o segundo grau encerrar as atividades é significativamente menor do que aquele que possui até o primeiro grau de escolaridade. No entanto, parece não haver grande diferença na chance de fechamento do negócio de um empreendedor que possui o nível superior ou apenas o segundo grau. Apesar de parecer uma contradição ao senso comum, isso é justificado pelo fato de que o estudo contemplou o escopo de sobrevivência de pequenas empresas e não, necessariamente, o seu sucesso. É possível imaginar que, para ser bem-sucedida, a empresa precise crescer, e, para isso, uma formação superior seja necessária.

A probabilidade de fechamento de uma empresa cujo proprietário gastou até cinco meses planejando o negócio é maior do que daquele que gastou um ano ou mais nesse planejamento. Esse resultado indica que, mesmo que o empreendedor não tenha experiência no ramo, ele pode compensá-la capacitando-se antes de abrir o negócio, buscando informações e novos conhecimentos que podem ser úteis na antecipação de problemas e na inclusão no mercado. Outra constatação interessante, por contradizer o senso comum, é que mais anos de planejamento não aumentam as chances de sobrevivência do negócio. Podemos justificar isso com a revelação de que planejamento é necessário, mas planejamento demais pode 'engessar' o negócio e deixá-lo refratário às mudanças ambientais necessárias que se apresentem.

O fato de alguém na família possuir uma atividade relacionada com o negócio do empreendedor ajuda a diminuir a chance de fechamento da empresa. Isso demonstra a importância de relações sociais no âmbito da família como constituintes do capital social do empreendedor. Por meio dessas relações, o empreendedor pode acessar informações ou se beneficiar da experiência prévia de familiares.

Por outro lado, o estudo verificou que o uso de contatos pessoais não faz diferença na probabilidade de sobrevivência das empresas pesquisadas. Aparentemente, o capital social do empreendedor é mais útil no momento em que ele constrói sua ideia de negócio e se mostra importante na hora de implementá-lo. Uma vez estabelecido, porém, o negócio recebe influência cada vez menor desta rede social do empreendedor.

Do conjunto de práticas gerenciais adotadas pelos empreendedores, o aproveitamento de oportunidades, a antecipação de acontecimentos, a preparação para enfrentar os problemas antes que eles aconteçam, a busca intensa por informações que auxiliem na tomada de decisões e o cumprimento persistente dos objetivos demonstraram ser significativamente relevantes nas chances de sobrevivência, sobretudo a capacidade de se adequar ao mercado rapidamente.

Com isso, concluímos que não existe um fator que, sozinho, explique por que as empresas fecham com poucos anos de vida. Também é importante notar que esse estudo se refere a aspectos relacionados com sobrevivência e mortalidade de empresas nascentes e não ao crescimento e sucesso dos negócios. O fato de uma empresa apresentar as características que demonstraram ser importantes para sua sobrevivência não garante que ela seja bem-sucedida no futuro, muito embora, nos dias atuais, sobreviver já seja sinônimo de sucesso para algumas empresas.

O artigo completo e original do estudo foi publicado na última edição da Revista de Administração da USP, que pode ser acessado neste link:

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

10 erros que o estagiário não pode cometer

Confira os dez principais erros que o estudante não pode cometer no estágio, de acordo com a gerente de treinamento do Nube, Carmen Alonso, e o consultor da Cia. de Talentos, Vitor Pascoal do site msn Brasil.

Falta de iniciativa

Para Carmen, do Nube, um estagiário acomodado não tem vez nas empresas. “O estudante tem que demonstrar interesse em aprender sobre a empresa, sobre a área em que ela atua e sobre o seu trabalho especificamente”, alerta. “Quanto mais participativo for, maiores serão as probabilidades de se tornar um bom funcionário”, completa Pascoal.

Torcer o nariz para feedbacks

Não tem jeito, se os profissionais têm seu trabalho avaliado a todo o momento, o estagiário o terá a toda hora. E isso é saudável, pois faz com que a tarefa seja executada com mais primor. Por isso, ele deve aceitar as avaliações como uma ferramenta de desenvolvimento. “O estagiário, principalmente, precisa ter a humildade de olhar para os próprios erros”, ressalta Carmen. Para Pascoal, o estagiário precisa estar preparado e disposto a aprender.

Irresponsabilidade

Tarefa dada é tarefa cumprida. É assim que os estagiários devem lidar com as responsabilidades que têm no trabalho. Deixar de cumprir alguma atividade é um dos principais erros que devem ser evitados. “Quando isso acontece, o estagiário não só prejudica a si mesmo, como também prejudica o esquema de trabalho da equipe”, lembra Carmen.

Não se entrosar

Entrar no estágio de “cara-amarrada” não ajuda em nada. Só atrapalha. Nessa fase, não dá para ficar isolado. “O estagiário deve mostrar qualidades como trabalhar em equipe, interesse nas atividades, estar disponível para execução das tarefas”, afirma Pascoal. Para Carmen, o estágio pode se tornar o primeiro local importante para que o estudante comece a fazer seu network.

Ter faltas e atrasos

É fácil “conquistar” a imagem de descomprometido quando atrasos e faltas são recorrentes. “Faltas e atrasos comprometem as atividades da equipe”, reforça Carmen. Dessa forma, quando ocorrer algum imprevisto, tente avisar o líder o mais rápido possível, por telefone e não por e-mails.

Ficar com medo de perguntar

Ninguém nasce sabendo. E nem estagiário chega em uma empresa já sabendo exatamente o que tem de fazer. Por isso, perguntas são bem-vindas. Deixá-las de lado não só mostra o quanto o estagiário é passivo, como pode prejudicar a qualidade de seu trabalho. “Ele deve fazer perguntas, mas sem arrogância”, lembra Carmen.

Pensar apenas na bolsa-auxílio

Está certo que o valor da bolsa-auxílio pesa na hora de o estudante escolher a empresa onde quer trabalhar. Mas é bom que ele tenha em mente que a ideia do estágio é colocar em prática a profissão que ele aprende na teoria. “No estágio, ele aprende a como lidar com hierarquias, a ter a postura correta em ambientes corportativos. Ele vai ter um ganho profissional”, diz Carmen. E isso, muitas vezes, tem mais valor que a bolsa.

Linguagem muito informal

Nada de gírias ou palavrões. Na hora de escrever, nada de abreviações ou brincadeirinhas “: )”. “O estagiário deve entender que o modo como ele fala e escreve nas redes sociais ou com os colegas de faculdade não deve ser o mesmo modo como ele conversa no trabalho”, diz Carmen. Para evitar equívocos, seja o mais formal possível. Pelo menos até ter mais intimidade com os colegas. Para Pascoal, manter-se atualizado ajuda a estabelecer uma conversa que foge de informalismos. “Quanto mais você souber, mais à vontade você estará para conversar e contribuir com seus chefes e colegas de trabalho”, explica o consultor.

Relaxar na aparência

A maneira como você se veste diz muito sobre você. Por isso, tente se vestir de modo formal nos primeiros dias e observe como os outros estagiários e profissionais se vestem. “Vista-se de acordo com a cultura da empresa”, reforça Pascoal. “Se houver dúvidas, adote um padrão discreto, com cores neutras e roupas sociais básicas”.

Cada atividade tem sua hora


Fazer atividades relacionadas à faculdade ou resolver problemas pessoais no horário de estágio pega mal. “A nova lei de estágio veio justamente para dar mais tempo para que o estudante possa realizar suas tarefas de estudante”, afirma Carmen. Por isso, concentre-se: as seis horas que você fica no estágio são para executar tarefas da empresa.

Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/fotos/galeria-de-fotos.aspx?cp-documentid=26045928&page=2

Não fique louco com seu TCC

Quem está na faculdade já sabe que para concluir seu curso terá que elaborar um Trabalho de Conclusão de Curso, o TCC. Em algumas universidades o nome é diferente, mas a ideia é a mesma: produzir um trabalho que coloque em prática as teorias aprendidas ao longo da faculdade.
Em geral, o TCC dá muito trabalho e assusta os universitários desde o começo da faculdade. A maioria das instituições oferece ao aluno um ano para desenvolver tudo, mas mesmo assim muita gente reclama que falta tempo.
Cada curso pede um tipo de projeto. Geralmente o aluno tem duas opções: produzir uma monografia, que deve ser uma pesquisa teórica sobre determinado tema, visando responder questões e chegar a uma conclusão; ou então um projeto prático, que pode ser uma empresa, um livro, um programa de rádio, uma consultoria, um plano estratégico, um comercial, depende do curso que está fazendo.
Apesar dos trabalhos serem bem diferentes, existem algumas dicas que podem facilitar sua vida quando chegar a hora de iniciar o TCC, e fazer com que essa experiência não seja traumática e nem te enlouqueça. Olha só:
-O primeiro passo é pensar bem no tema. Antes mesmo de começar o ano do TCC é bom você já ter em mente o que gostaria de fazer. Para isso é preciso descobrir quais assuntos te dão prazer dentro das áreas oferecidas pelo seu curso. Passar um ano produzindo algo que você não gosta com certeza será torturante.
-Com o tema em mãos decida se você prefere fazer o trabalho em grupo ou sozinho. Algumas faculdades não oferecem muita opção: se quiser monografia tem que fazer sozinho, se quiser projeto prático tem que ser em grupo. Se decidir fazer em grupo pense bem em quem serão seus companheiros, pois você passará um ano com eles.
-Quando fechar o tema e o grupo você precisará dar início ao trabalho. Pode ser muito chato, mas é bom você já ir se acostumando a fazer tudo nas regras da ABNT, porque assim não terá muito trabalho na hora da edição.
-Não se deixe abalar pelo que os outro estudantes falam. É comum o pessoal do último ano ficar falando pela faculdade que o TCC é muito difícil, que eles não tem mais tempo para nada, que acontecem várias brigas nos grupos, etc. Mas não é porque foi assim para eles que será igual para você.
-Leia muitos livros, artigos, reportagens e trabalhos acadêmicos sobre o seu tema.
-Tome muito cuidado com plágio! Não vale a pena reprovar por copiar frases ou ideias de outros autores. É mais fácil ler livros e artigos e escrever com suas palavras aquilo que você absorveu. Se quiser usar a frase do autor, tudo bem, mas deixe claro que é uma citação e dê as referências devidas.
-Mantenha sempre contato com seu orientador. Peça opiniões e dicas a ele e também a outros professores especialistas no assunto que você estiver estudando.
-Não deixe nada para a última hora. Junto com o seu orientador monte um cronograma de trabalho e seja fiel a ele. Fazendo tudo aos poucos não vai dar nem para notar o quanto você está produzindo.
-Provavelmente você precisará dedicar tempo e dinheiro ao seu trabalho, mas tome cuidado para não exagerar nem para mais e nem para menos. É importante se dedicar, mas também não acabe com seu namoro ou com suas baladas só por causa dele.
-Não pense no TCC como mais um trabalho de faculdade. Pense que é o momento de mostrar que você está pronto para o mercado de trabalho e prove que você aprendeu durante o curso. Depois de pronto, o TCC, se ficar bom, será um ótimo portfólio nas entrevistas de emprego.
-Assista a várias bancas em sua faculdade para já saber como você deverá montar a sua. Preste atenção no que é cobrado e criticado pelos professores para não cometer os mesmos erros.
-E o mais importante: divirta-se! Encontrar prazer no seu trabalho deixará essa experiência muito mais simples e talvez você sinta até saudades dessa época.
Todas as informações citadas acima são de direitos do site:
http://www.trabalhosuniversitarios.com.br/site/nao-enlouqueca-com-seu-tcc/